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Crônicas: reflexões na clausura (eBook, ePUB)
Esta coletânea de textos foi idealizada no primeiro semestre do ano de dois mil e vinte, quando os povos da Terra conheciam, estarrecidos, a proliferação da Covid-19 e a pandemia provocada pelo coronavírus. Naquela ocasião, tivemos que nos adaptar a novos hábitos como únicas formas apresentadas para conter o avanço da pandemia. Um dos novos hábitos era o isolamento social, e foi ele que conduziu o autor a produzir essa obra com o título Reflexões na Clausura, tendo como propósito principal lançar reflexões acerca de algumas questões conceituais e comportamentais, individuais e coletivas, que afetam a convivência social da humanidade; e sobre sua existência no mundo, podendo evoluir para o alcance de melhor consciência para o estar/atuar com responsabilidades mútuas entre os seres humanos e suas relações com o planeta. Utilizando linguagem simples, claras e de fácil compreensão, o trabalho foi desenvolvido para alcançar todas as classes sociais a partir da ideia de que somos seres pensantes e capazes de possuir visões críticas sobre tudo o que acontece em qualquer lugar, tanto do mundo inteiro quanto ao que ocorre em nossa volta. Nesse viés, as crônicas apresentadas neste livro sugerem reflexões que podem ser importantes ao ser humano que, na maioria das vezes, requer uma grande evolução para o alcance de uma civilização consciente e responsável para com o próximo e toda a natureza. Entretanto, não basta escrever ou ler. Para que mudanças ocorram, precisamos colocar em ação o tripé: "ver, julgar e agir". Contudo, quem escreve transmite um recado e quem lê, sempre assimila e acrescenta conhecimentos.- Shop: buecher
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Ac¸a~o Monito´ria, ante os ti´tulos executivos prescritos (eBook, ePUB)
Buscaremos analisar, de forma eficaz, a Ação Monitória, que se torna cada vez mais presente na realidade brasileira. Utilizar esta ação para exigir condenação nos casos em que o Título de Crédito se encontra prescrito é a saída dos credores para obter aquilo que lhe é devido pelo devedor (demorada e complexa), sendo certo que sua forma processual adotada pelo sistema atual nos artigos 700, 701 e 702, do Código de Processo Civil de 2015, carreou modificação simples e modesta, inclusive com facilidade para o devedor de isenção de custas e baixos honorários advocatícios, se no prazo de 15 dias vier satisfazer a obrigação. Procuraremos demonstrar as atitudes que podem ser tomadas pelo credor para reaver pagamento, assim, será explicado como e quando cabe a Ação Monitória. Na verdade, quaisquer documentos que comprovem uma obrigação de pagamentos, ainda que não estejam revestidos das formalidades legais exigidas nos Títulos de Créditos em geral, contudo, para fins da Ação Monitória, não estando também prescrito nesta modalidade, poderão ser utilizados como instrumento de reaver o valor a receber, numa situação de Título de Crédito sujeito a execução na forma processual legal. O artigo 1102-A, CPC, prevê a Ação Monitória para pretender pagamento de soma em dinheiro, entrega de coisa fungível ou de determinado bem móvel, com base em prova escrita sem eficácia de Títulos Não Executivos. Segundo o artigo 585, do Código de Processo Civil revogado, atualmente 784 do atual Código de Processo Civil, a Letra de Câmbio, a Nota Promissória, a Duplicata, a Debênture e o Cheque se configuram como Títulos Executivos Extrajudiciais. Dessa forma, resta saber se o credor poderá ingressar com Ação Monitória utilizando o Título Prescrito como prova escrita (não executiva) para poder reaver o crédito ou pagamento.- Shop: buecher
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Cidade em chamas (eBook, ePUB)
1986, Providence, estado de Rhode Island. Danny Ryan é um estivador muito trabalhador, um marido apaixonado, um amigo leal e, ocasionalmente, um cobrador do sindicato do crime irlandês que supervisiona grande parte da cidade. Deseja algo mais e, sobretudo, sonha começar do zero noutro lugar. Contudo, quando uma Helena de Troia moderna desencadeia uma guerra entre fações rivais da máfia, Danny vê-se envolvido num conflito do qual não consegue escapar. Agora, depende dele aproveitar o vazio para proteger a sua família, aqueles amigos que lhe são tão próximos como irmãos e o único lar que conheceu. Cidade em chamas explora os temas clássicos da lealdade, da traição, da honra e da corrupção de ambos os lados da lei, transformando-se numa Ilíada contemporânea das mãos do mestre Don Winslow. A nova trilogia do escritor prestigiado e best seller internacional Don Winslow, autor da trilogia O cartel: A lei do cão, O cartel e A frontera, para além de Corrupção e Quebrados. Cidade em chamas é o primeiro livro de uma saga nova e épica. «Apenas uma palavra para descrever este livro: SOBERBO.» STEPHEN KING «O que faz falta num romance é que sintamos o impulso físico de irmos penetrando no desconhecido, que ouçamos uma voz poderosa e ao mesmo tempo uma multitude de outras vozes; que queiramos chegar ao fim para saber tudo e que também não queiramos que o romance termine. Antes de ter uso da razão, tornei-me viciado nos romances porque me davam tudo isso. Estes romances de Don Winslow voltaram a dar-mo com uma generosidade infindável.» ANTONIO MUÑOZ MOLINA, BABELIA, SOBRE A FRONTEIRA «A perícia de Winslow não consiste apenas em fazer com que um livro de quase 1000 páginas pareça pequeno. O segredo do seu sucesso radica na criação de um mosaico composto por vários fios narrativos, cada um deles centrado numa personagem diferente.» MARTA MARNE, EL PERIÓDICO, SOBRE A FRONTEIRA «Não pode pedir-se um entretenimento mais emocionante.» STEPHEN KING, SOBRE QUEBRADOS- Shop: buecher
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O antimodernista (eBook, ePUB)
Nas crônicas, entrevistas e cartas reunidas neste livro, Graciliano Ramos revela sua visão muito particular do movimento modernista brasileiro, simbolizado pela Semana de Arte Moderna de 1922. Neste O antimodernista: Graciliano Ramos e 1922, organizado por Thiago Mio Sallae Ieda Lebensztayn,o leitor encontrará a consciência crítica e autocrítica de um Graciliano Ramos na contracorrente do triunfalismo modernista, simbolizado pela Semana de Arte Moderna de 1922. É a perspectiva de um artista que duvida da idolatria ao progresso e recusa o fascínio pelo novo, quando os exageros ignoram as desigualdades sociais do país. Não se trata, contudo, de uma defesa do tradicionalismo nem de reacionarismo. Neste livro, por meio de seus textos - crônicas, entrevistas, cartas -,vemos um Graciliano incomodado com os descaminhos da civilização ocidental, e que manifesta sua postura desconfiada e vigilante de modo contínuo. Aqui, o leitor será levado a questionar os vínculos, em termos de proximidades e diferenças, de Graciliano com Mário de Andrade e Oswald de Andrade, e com a literatura moderna nordestina - de intelectuais e artistas como Manuel Bandeira, Santa Rosa, os alagoanos Aurélio Buarque de Holanda, Valdemar Cavalcanti, Jorge de Lima, além dos representantes do chamado romance de 1930, como José Lins do Rego, Jorge Amado e Rachel de Queiroz. O leitor poderá constatar ainda como o trabalho de organizar uma antologia de contos brasileiros marcou a perspectiva de Graciliano, revelando seus critérios artísticos. Graciliano defendia a clareza da escrita e uma técnica ficcional feita de circunspecção, introspecção e respeito às palavras e aos seres, capaz de articular a representação crítica e a expressão subjetiva de impasses sociais e morais. Os textos presentesem O antimodernista permitem que se conheçam e se compreendam melhor os vínculos do autor de Vidas secas com o modernismo, suas reflexões sobre os critérios de permanência das obras de arte e seu olhar agudo sobre o Brasil. "GRACILIANO RAMOS: Os modernistas brasileiros, confundindo o ambiente literário do país com a Academia, traçaram linhas divisórias rígidas (mas arbitrárias) entre o bom e o mau. E, querendo destruir tudo que ficara para trás, condenaram, por ignorância ou safadeza, muita coisa que merecia ser salva. Vendo em Coelho Neto a encarnação da literatura brasileira - o que era um erro - fingiram esquecer tudo quanto havia antes, e nessa condenação maciça cometeram injustiças tremendas. [...] REVISTA DO GLOBO: Quer dizer que não se considera modernista? GRACILIANO RAMOS: Que ideia! Enquanto os rapazes de 22 promoviam seu movimentozinho, achava-me em Palmeira dos Índios, em pleno sertão alagoano, vendendo chita no balcão." - Trecho de entrevista concedida por Graciliano Ramos em 1948.- Shop: buecher
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Finnegans Rivolta (eBook, ePUB)
É unânime a opinião de que o romance Finnegans Wake (1939), de James Joyce, é em princípio completamente intraduzível. O próprio Joyce, contudo, foi o primeiro a decidir que isso não era motivo para que ele não fosse transposto, transcriado ou traduzido, em algum sentido desse termo flexível. Depois do aparecimento em 1928 de Anna Livia Plurabelle, um texto que posteriormente se tornou o capítulo oitavo do romance, ele logo organizou um grupo de tradução experimental (para continuarmos empregando o termo tradução) para verter várias páginas desse capítulo para o francês, com o seu próprio auxílio; em seguida, colaborou na tradução de excertos menores para o inglês básico; e, finalmente, assumiu o comando de uma exuberante tradução para o italiano de algumas páginas anteriormente traduzidas para o francês. A despeito de sua óbvia intraduzibilidade, existem atualmente, e nisso seguem os passos de Joyce, várias versões, traduções, transposições ou transcriações completas de Finnegans Wake, em mais de uma dúzia de línguas diferentes. A primeira tradução em língua portuguesa de excertos, por Augusto e Haroldo de Campos, apareceu em 1957; ampliada, deu origem a um pequeno volume em 1962, sob o título Panaroma do Finnegans Wake. A primeira tradução completa do romance coube a Donaldo Schüler e apareceu em 2003 sob o título Finnicius revém. Capítulos individuais foram traduzidos por outras mãos, inclusive as de Dirce Waltrick do Amarante, a coordenadora arrojada e incansável de Finnegans Rivolta, a segunda versão completa em português do Brasil. Seguindo o exemplo de Joyce, que reuniu um grupo de tradutores, Finnegans Rivolta é o produto fascinante de onze tradutores. Os leitores que compararem uma página qualquer de Finnicius revém com a página equivalente de Finnegans Rivolta ficarão impressionados com as diferenças, muitas vezes surpreendentes, entre os dois Wakes brasileiros - e os leitores de Finnegans Wake poderão igualmente ficar surpresos, às vezes, com as diferenças notáveis entre os vários métodos tradutórios empregados em seus diversos capítulos. Isso inevitavelmente tinha de acontecer, pois, embora o texto de Joyce seja na verdade intraduzível em princípio, ele ao mesmo tempo pede com insistência para ser traduzido ou transposto para outras vozes. Finnegans Wake fala a seus leitores por meio de uma multiplicidade de vozes, e seus tradutores irão também responder necessariamente com abundância de vozes. Finnegans Rivolta, com seu coro de onze tradutores, responde com um entusiasmo exuberante a esse desafio, e o fascinante resultado, a ser saboreado com igual entusiasmo, é na verdade "muita diversão em Finnegans Wake" - um Wake amplificado translinguisticamente por múltiplas vozes que se cruzam em Finnegans Rivolta. Patrick O'Neill Professor emérito de Estudos Literários na Queen's University, Canadá. Publicou, entre outros livros sobre Joyce, Impossible Joyce: Finnegans Wakes (2013) e Trilingual Joyce: The Anna Livia Variations (2018).- Shop: buecher
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